O CREDO DA AHL AS-SUNNA
A primeira condição para ser muçulmano é ter fé (îmân). E a fé correta depende de crer conforme o credo da Ahl as-Sunna. O primeiro dever do homem e da mulher sensatos que chegaram à idade da puberdade (bulûgh) é crer como nosso Mestre, o Profeta (sallallahu alaihi wa sallam), creu e informou. Nosso Profeta comunicou uma única fé. Todos os Companheiros creram como ele informou, e não houve entre eles divergência alguma no credo (na crença). Depois do falecimento de nosso Mestre, o Profeta, as pessoas aprenderam o Islã ouvindo os Companheiros e perguntando-lhes. Todos eles comunicaram a mesma fé. É preciso aprender os conhecimentos da fé que os sábios da Ahl as-Sunna escreveram em seus livros e crer de acordo com eles. Salvar-se do castigo do Inferno no Juízo Final depende de crer no que eles informaram. Os que se salvarão do Inferno são somente os que seguem o caminho deles. Aos que seguem o caminho deles chama-se (Sunnî) ou (Ahl as-Sunna).
Num hadîth sharîf foi dito: “A minha umma se dividirá em setenta e três seitas. Delas, só uma seita se salvará do castigo do Inferno; as demais perecerão e irão para o Inferno.” Cada uma destas setenta e três seitas afirma seguir o Islã e diz que a seita que, segundo foi informado, se salvará do Inferno é a sua. No versículo 53 da Sura al-Mu’minûn e no versículo 32 da Sura ar-Rûm foi dito, em sentido: “Cada seita alegra-se, julgando estar no caminho reto.” Mas nosso Profeta (sallallahu alaihi wa sallam) informou assim o sinal, a marca da que se salva entre estas diversas seitas: “Os desta seita são os que estão no caminho por onde andamos eu e os meus Companheiros.” Quem deixa de amar um só que seja dos Companheiros afasta-se da Ahl as-Sunna. E quem não está no credo da Ahl as-Sunna torna-se kâfir ou Ahl al-Bid’a, isto é, desviado.
Na fé, no credo, há um único madhhab.
Na fé, no credo, há uma única seita verdadeira, isto é, um único madhhab. Este madhhab é o madhhab da Ahl as-Sunna wal-Jamâ’a. Pois o Islã ordena a todos os homens uma única fé e um único credo.
Nas coisas em que se deve crer não há divergência.
Os fundamentos desta fé e o modo como se deve crer foram comunicados pessoalmente por nosso Mestre, o Profeta alaihis-salâm. Nosso Profeta, que deu a conhecer aos homens Allahu ta’âlâ, Aquele que os criou e criou todas as coisas, informou também como deve ser a fé em Allahu ta’âlâ, no que Ele criou, nas Suas ordens e nas Suas proibições. Nas coisas em que se deve crer, é preciso seguir todos os Companheiros. Pois, nas coisas em que se deve crer, não há entre eles divergência alguma. A condição essencial da fé é amar Allahu ta’âlâ e os que Ele ama, ser amigo deles e ser inimigo dos Seus inimigos. A este respeito, Muhammad Ma’sûm diz: “Allahu ta’âlâ disse: ‘Ó Mûsâ! Que obra fizeste por Mim?’ Ele
‘Ó meu Senhor! Por Ti fiz o namâz, jejuei, dei o zakât e Te recordei (fiz dhikr)’, respondeu, e Allahu ta’âlâ disse: ‘O namâz é para ti uma prova (burhân). O jejum é um escudo que te protege do Inferno. O zakât, no Dia da Reunião, quando todos estiverem ardendo de calor, te dará sombra. E o dhikr, naquele dia, será para ti nûr nas trevas. Mas que fizeste por Mim?’ Mûsâ alaihis-salâm perguntou: ‘Ó meu Senhor! Qual é a obra que é por Ti?’ Allahu ta’âlâ disse: ‘Amaste por Mim aquele que Eu amo, e tiveste por inimigo o Meu inimigo?’
“A minha umma se dividirá em setenta e três seitas. Delas, só uma seita se salvará do castigo do Inferno; as demais perecerão e irão para o Inferno” Hadîth sharîf
Mûsâ alaihis-salâm compreendeu que a obra que Allahu ta’âlâ ama é amar os Seus amigos e não amar os Seus inimigos. Portanto, amar os que o amado ama e ser inimigo dos seus inimigos é sinal de amor. O quarto versículo da Sura al-Mumtahana, cujo sentido é: ‘Ibrâhîm e os que estavam com ele disseram aos kâfirs: Estamos longe de vós e dos vossos ídolos; até que creiais em Allah, o Único, a inimizade continuará entre nós. Este belo procedimento deles deve ser para vós um exemplo’, mostra que, para ter fé, esta inimizade é condição, e que amar os inimigos de Allah destrói a fé. Os Companheiros, honrados com a companhia de Rasûlullah, amavam-se muito uns aos outros. Eram inimigos não uns dos outros, mas dos kâfirs. O vigésimo nono versículo da Sura al-Fath, cujo sentido é: ‘Eram duros com os kâfirs e misericordiosos entre si’, prova o que dizemos” (Muhammad Ma’sûm, carta 29).
No quinto capítulo do livro “Kîmyâ-i Sa’âdat” está escrito: Rasûlullah (sallallahu alaihi wa sallam) disse: “O fundamento da fé e o seu sinal mais forte é amar os muçulmanos e não amar os que são inimigos dos muçulmanos.” O sentido da ordem divina de Janâb-i Haqq a Îsâ alaihis-salâm é este: “Ainda que fizesses as adorações de todas as criaturas que há nas terras e nos céus, se não amares os Meus amigos e não fores inimigo dos Meus inimigos, de nada te servirá.” Todo crente deve não amar os que são inimigos de Allahu ta’âlâ e amar os que se apegam ao Islã. Deve mostrar isto nas suas palavras e, se possível, nos seus atos. Não deve fazer amizade com os rebeldes e os fâsiqs, e deve afastar-se muito dos que pecam muito. Deve afastar-se ainda mais dos opressores, dos que fazem mal aos muçulmanos. Mas é preciso perdoar os que oprimem somente a ele e ter paciência com a sua opressão, e isto é muito bom.1 Nosso Mestre, o Profeta, informou que o caminho reto é a fé que os sábios da Ahl as-Sunna comunicaram. Portanto, é preciso que nos unamos na Ahl as-Sunna, sejamos irmãos e nos amemos uns aos outros. Não se devem confundir as seitas da bid’a com os quatro madhhabs verdadeiros da Ahl as-Sunna nas obras. Os quatro madhhabs dizem uns dos outros que estão no caminho reto e amam-se uns aos outros. As seitas da bid’a, ao contrário, despedaçam os muçulmanos. Os sábios do Islã informaram por unanimidade que estes quatro madhhabs verdadeiros não podem ser unificados. Allahu ta’âlâ quer, nas obras, não a unificação dos madhhabs, mas que sejam distintos. Assim torna fácil a religião islâmica. O hadîth sharîf “A divergência entre os sábios da minha umma é misericórdia” informa que esta divergência é proveitosa.
No credo, porém, Allahu ta’âlâ ordena a unidade. O sentido do centésimo terceiro versículo da Sura Âl Imrân é: “Ó vós que credes! Apegai-vos à religião de Allah. Não vos separeis uns dos outros!” Abussu’ûd Efendi, explicando esta passagem, disse: “Não vos despedaceis como se despedaçou a Gente do Livro, apartando-vos da fé correta! Não vos dividais como vos combatíeis uns aos outros no tempo da Jâhiliyya!” Ibn Hajar Makkî diz: “Homem de bid’a quer dizer aquele cujas crenças são diferentes das crenças da Ahl as-Sunna. Todo aquele que introduz algo que o Islã não aprova torna-se homem de bid’a.” (Al-Fatâwâ al-Hadîthiyya). Os que creem no credo da Ahl as-Sunna são a Ahl as-Sunna; os que não creem tornam-se gente da bid’a (Ahl al-Bid’a) ou kâfirs.
Allahu ta’âlâ está satisfeito com os muçulmanos que creem conforme o credo da Ahl as-Sunna. Crer assim tem muitas condições.
Algumas questões importantes do credo da Ahl as-Sunna
1. É preciso crer nas seis condições da fé, isto é, na existência e na unicidade de Allahu ta’âlâ, em que Ele não tem par nem semelhante, nos Seus anjos, nos Seus Livros, nos Seus profetas, na outra vida, e em que o bem e o mal, o bom e o mau são criados por Allahu ta’âlâ. (Estas são as que se declaram no Âmantu.) 2. É preciso crer que o Alcorão al-Karîm, o último Livro de Allahu ta’âlâ, é a palavra (kalâm) de Allahu ta’âlâ. 3. O crente não deve duvidar de modo algum da sua própria fé. 4. É preciso amar muito todos os Companheiros, que creram em nosso Profeta (sallallahu alaihi wa sallam) e tiveram a honra de vê-lo em vida. Não se deve falar mal dos seus quatro califas, da sua Ahl al-Bayt, que são os seus parentes próximos, nem de nenhuma das suas veneráveis esposas. 5. Todos os Companheiros são do Paraíso. [Os rafidis dizem: (Excetuados cinco, todos os Companheiros são kâfirs). Mas no Alcorão al-Karîm diz-se que todos eles são do Paraíso.]2 6. Abû Bakr as-Siddîq é o mais excelso dos Companheiros.
7. Não se devem considerar as adorações como parte da fé. Os crentes que creem nas ordens e nas proibições de Allahu ta’âlâ mas, por preguiça, não as cumprem não devem ser considerados kâfirs. [Os wahabitas dizem: (A obra é parte da fé; quem não faz o namâz e comete o harâm é kâfir).] Perdem a fé os que não dão importância aos harâm, os que os têm por leves e os que zombam do Islã. 8. Não se deve declarar kâfir (fazer takfîr), nem dizer que são kâfirs, aqueles que dizem ser da gente da qibla (Ahl al-Qibla) e que, embora digam “creio em Allahu ta’âlâ e em Seu Profeta Muhammad alaihis-salâm”, estão num credo errado. Por isso, não se faz takfîr da gente da qibla, não se lhes chama kâfirs. [Mas os wahabitas chamam kâfir a todos, menos a si mesmos.] 9. Deve-se fazer o namâz atrás de todo imã de quem não se saiba que peca abertamente. Esta regra abrange também os emires e os governadores que dirigem os namâz de sexta-feira e do bayram. 10. Os muçulmanos não devem rebelar-se contra os chefes e governantes que têm sobre si. A rebelião (khurûj) é provocar fitna e abre caminho a diversas calamidades. Deve-se fazer dua para que eles façam obras boas e aconselhá-los com palavras brandas para que abandonem o fisq e os pecados. 11. Na ablução, em lugar de lavar os pés, é permitido, para o homem e para a mulher, passar uma vez a mão molhada (fazer mash) sobre as botas de couro (mest), ainda que não haja nenhuma justificativa nem necessidade. Não se faz mash sobre o pé descalço nem sobre a meia. 12. É preciso crer que o Mi’râj de nosso Profeta (sallallahu alaihi wa sallam) foi com a alma e com o corpo. Pois ele foi ao Mi’râj com a sua alma abençoada e o seu corpo juntos. Os que dizem: (O Mi’râj foi um estado, isto é, aconteceu em sonho) afastam-se da Ahl as-Sunna. 13. A fé não aumenta nem diminui. [O seu brilho aumenta e diminui.] 14. O Alcorão al-Karîm não é criado (makhlûq).
“O fundamento da fé e o seu sinal mais forte é amar os muçulmanos e não amar os que são inimigos dos muçulmanos” Imam Ghazâlî (rahmatullahi alaih)
15. Allahu ta’âlâ está isento de lugar. Isto é, não é correto dizer e crer que algum lugar é o lugar de Allahu ta’âlâ. [Os wahabitas dizem: (Allah está no céu ou no Arsh). Isto é kufr.] 16. A pergunta do túmulo e o castigo do túmulo são verdade. No túmulo, o castigo será sobre a alma e sobre o corpo. A visita aos túmulos é permitida. A istighâtha, isto é, ir aos túmulos dos profetas e dos awliyâ e fazer dua em consideração a eles e pedir-lhes ajuda, é permitida. [Os wahabitas, porém, chamam a isto shirk. Por isso chamam aos sunitas e aos xiitas politeístas (mushrik), isto é, kâfirs.] 17. Só Allah conhece o invisível (ghayb); se quiser, dá-o a conhecer também aos Seus profetas e awliyâ. 18. A karâma dos awliyâ é verdade. As karâmas são estados extraordinários que acontecem nos servos amados de Allah, isto é, coisas que Allahu ta’âlâ concede e outorga fora do Seu costume, isto é, fora das leis da física, da química e da biologia, e são tantas que não se podem negar. 19. Quem é morto e quem se suicida morre no termo marcado da sua vida (ajal). 20. Os profetas não cometem pecado. 21. Estar, hoje, num dos quatro madhhabs verdadeiros. 22. O primeiro dos profetas é Âdam alaihis-salâm, e o último, Muhammad alaihis-salâm. [Os wahabitas negam que Âdam, Idrîs e Shîth tenham sido profetas. Dizem que o primeiro profeta é Nûh. Alguns grupos que chamam rasûl [profeta] aos seus chefes dizem também: (Não virá nabî, mas virá rasûl). Por isso surgiram zindîqs que dizem “Sou rasûl”.] 23. Crer na intercessão, na ponte Sirât, na prestação de contas e na balança (mîzân). 24. A alma não morre. As almas dos mortos, kâfirs e muçulmanos, ouvem. 25. Crer no Dajjâl, na Dâbbat al-Ard, que estão entre os sinais do Juízo Final, na vinda do Mahdî, na descida de Îsâ do céu, no nascer do sol no ocidente e nos outros sinais do Juízo Final que foram informados.
O imam-i a’zam diz: “É preciso crer nos sinais do Juízo Final sem interpretação (ta’wîl).” O sentido de um hadîth sharîf é: “O Juízo Final não acontecerá enquanto o sol não nascer no ocidente. Então todos crerão, mas a fé já não servirá de nada.” [Bukhârî, Muslim]
26. Na outra vida, Allahu ta’âlâ será visto.
27. Os kâfirs ficarão para sempre no Inferno, e o seu castigo não diminuirá; ao contrário, aumentará cada vez mais.
28. No Dia do Juízo, os profetas e as pessoas virtuosas e boas intercederão. No túmulo, as almas ouvem o que os vivos fazem e dizem.
29. Recitar o Alcorão al-Karîm, dar sadaqa e até enviar a recompensa de todas as nossas adorações às almas dos mortos é-lhes proveitoso e é causa de que o seu castigo seja aliviado ou suprimido. Crer em tudo isto é um dos sinais de estar no credo da Ahl as-Sunna. (Estes conhecimentos foram tirados dos livros Fiqh al-Akbar, Nukhbat al-Laâlî, Maktûbât do imam Rabbânî, Riyâd an-Nâsihîn e Farâid al-Fawâid.)
Nas obras, isto é, nas adorações que se devem fazer, há quatro madhhabs verdadeiros. Sayyid Ahmad Tahtâwî, na parte das dhabâih de sua glosa ao livro “Durr al-Mukhtâr”, diz: “Hoje é wâjib que todo muçulmano esteja num dos quatro madhhabs. Quem não está em nenhum dos quatro madhhabs afasta-se da Ahl as-Sunna. E quem se afasta da Ahl as-Sunna torna-se desviado ou kâfir.”
Uma parte dos inimigos dos madhhabs, como Ibn Hazm, Shawkânî, Abduh, Rashîd Ridâ e Siddîq Hasan, considerando harâm o taqlîd, e outra parte fazendo talfîq, arrastaram muitos muçulmanos ao desvio.
Os imames dos nossos madhhabs no credo e nas obras
Dentre os Tâbi’în, que aprenderam o Islã dos Companheiros, e dentre os Taba’ at-Tâbi’în, que aprenderam com eles, formaram-se grandes imames que se elevaram nos conhecimentos da religião e chegaram ao grau de mujtahid absoluto.3 Eles eram também donos de madhhab nas obras, e às regras resultantes do ijtihâd de cada um deles chamou-se o madhhab daquele sábio. Como o madhhab da maioria destes sábios não foi registrado em livros, foi esquecido. Só o ijtihâd de quatro grandes imames foi conservado e registrado em livros pelos seus discípulos, e difundiu-se entre os muçulmanos. Os que mostraram o caminho reto a todos os muçulmanos da face da terra e foram causa de aprendermos o caminho de Muhammad alaihis-salâm sem alteração nem corrupção são quatro grandes personagens. São os imames dos nossos madhhabs nas obras. O primeiro é o imam-i a’zam Abû Hanîfa Nu’mân ibn Thâbit (radiyallahu anh). É dos maiores sábios do Islã. É o chefe da Ahl as-Sunna. O segundo é o imam Mâlik ibn Anas; o terceiro, o imam Muhammad ibn Idrîs Shâfi’î; o quarto, o imam Ahmad ibn Hanbal (rahmatullahi alaihim ajma’în). Hoje, quem não segue nenhum destes quatro imames está em grande perigo. Desviou-se do caminho reto.
Dois discípulos destes quatro imames elevaram-se muito nos conhecimentos da fé. Assim, os madhhabs no credo passaram a ser dois. A fé conforme ao Alcorão al-Karîm e aos hadîths sharîfs é a fé que estes dois informaram. São estes dois que difundiram pela face da terra os conhecimentos da fé da Ahl as-Sunna, a seita que se salva (firqa-i nâjiya). Um é Abû Mansûr Mâturîdî, o outro, Abul-Hasan Alî Ash’arî (rahmatullahi alaihimâ). Estes dois imames informaram a mesma fé. As poucas diferenças que há entre eles não são importantes. Na realidade, é a mesma. Os sábios do Islã são louvados no Alcorão al-Karîm e nos hadîths sharîfs. Num versículo sagrado foi dito, em sentido: “Acaso são iguais os que sabem e os que não sabem?”4 Em outro versículo sagrado foi dito, em sentido: “Ó muçulmanos! Perguntai aos que sabem o que não sabeis!”5
“Hoje é wâjib que todo muçulmano esteja num dos quatro madhhabs. Quem não está em nenhum dos quatro madhhabs afasta-se da Ahl as-Sunna. E quem se afasta da Ahl as-Sunna torna-se desviado ou kâfir” Sayyid Ahmad Tahtâwî (rahmatullahi alaih)
Nos hadîths sharîfs foi dito:
“Allahu ta’âlâ tem misericórdia dos muçulmanos que ensinam o bem às pessoas, e os anjos e todo ser vivo fazem dua por eles.”
“No Dia do Juízo intercederão primeiro os profetas, depois os sábios, depois os mártires.”
“Ó homens, sabei que a ciência se aprende ouvindo-a do sábio.” “Aprendei a ciência. Aprender a ciência é adoração. Quem ensina a ciência e quem a aprende têm a recompensa do jihâd.”
“Ensinar a ciência é como dar sadaqa. Aprender a ciência com o sábio é como fazer o namâz de tahajjud.”
“Aprender a ciência traz mais recompensa do que todas as adorações nâfila. Pois é proveitoso para quem aprende e para aqueles a quem ele há de ensinar.”
“A quem aprende para ensinar aos outros dá-se a recompensa dos siddîqs.”
“A ciência é um tesouro. A sua chave é perguntar e aprender.”
“Aprendei a ciência e ensinai-a.”
“Toda coisa tem uma fonte. A fonte da taqwâ são os corações dos ârifs.”
“Ensinar a ciência é expiação dos pecados.”
Da cabeça aos pés, todo cortesia e pudor,
Seu nûr é claridade para as trevas,
Ele é o Selo dos Profetas,
Meu amado Profeta.
Fonte da profecia,
Manancial da misericórdia,
Refúgio dos desamparados,
Meu amado Profeta.
Nas costas, o selo da profecia,
Ele, o mais compassivo Profeta,
A causa da intercessão,
Meu amado Profeta.
O único recurso que porá fim
Ao tumulto do Dia da Reunião,
O mensageiro das notícias do além,
Meu amado Profeta.
